Operações policiais prendem mais de 50 presos na capital, região metropolitana e interior do Estado

Informações foram prestadas após a operação Xeque Mate

 

Operação Xeque MateEm duas operações policiais, mais de 50 criminosos foram presos em Belém e Região Metropolitana, e na cidade de Limoeiro do Ajuru, nordeste do Pará.

Os resultados das operações foram divulgados, nesta sexta-feira (13), na Delegacia-Geral, em Belém, pelo delegado Claudio Galeno, delegado-geral da Polícia Civil do Pará.

Na operação denominada Xeque-Mate, foram presos, na capital e RMB, no total, 42 criminosos presos envolvidos em crimes como latrocínio, homicídio, tráfico de drogas e crimes contra o patrimônio.

O repasse das informações sobre a operação foram presididas pelo delegado-geral Claudio Galeno, e contaram com a presença do delegado-geral adjunto, Rogério Morais; dos delegados Marco Antonio Oliveira, diretor de Polícia Especializada; Victor Manfrini, da Diretoria de Polícia Metropolitana da Polícia Civil, e Raphael Cecim, diretor da Polinter (Unidade de Polícia Interestadual de Buscas e Capturas), e coronel Luis Carlos Rayol, comandante de Policiamento da Capital, da PM.

Apreensões de armas, drogas e munição em Limoeiro do AjuruEm Limoeiro do Ajuru, na operação denominada "Insanus", foram presas 11 pessoas. Entre elas, foram presos Ezequiel Pantoja do Nascimento, de apelido Quiel; Bielson Correa Farias, de apelido Kinho, e Rafaela Paes de Oliveira, indiciados por envolvimento na morte do secretário adjunto de obras do município, José Ricardo Alves, crime ocorrido em 17 de janeiro deste ano. 

Os três foram presos em Limoeiro do Ajuru e transferidos para Belém. Com os presos, explica o delegado Marco Antonio Oliveira, foram transferidas para a capital cinco armas de fogo - duas espingardas calibre 12, uma delas artesanal; duas pistolas ponto40 e um revólver 38 -, além de drogas e munição, apreendidas durante a operação. As armas irão passar por perícias, pois podem ter sido usadas na morte do secretário.

XEQUE MATE Na operação Xeque Mate, ao todo, 88 mandados de prisão foram cumpridos. Destes mandados, 42 são ordens de prisão decretados contra pessoas que estavam foragidas e que foram tiradas das ruas.

Outros 46 mandados de prisão foram cumpridos em presídios, onde detentos já respondiam a processos por outros crimes e tiveram as ordens de prisão decretadas nesses processos.

Ao todo, foram mobilizados 200 agentes de segurança pública, entre policiais civis e militares, na operação Xeque Mate. Segundo o delegado-geral Claudio Galeno, a operação é importante para diminuir ocorrências de outros crimes na cidade, além de permitir que a sociedade perceba a presença da Polícia nas ruas.

Coordenada pela Diretoria de Polícia Metropolitana (DPM), a operação Xeque Mate teve início por volta de 5 horas da manhã, quando as equipes de policiais civis e miliares saíram das sedes das Delegacias, Seccionais e Unidades Integradas de Polícia em direção aos endereços dos procurados. Foram mobilizadas todas as Unidades Policiais localizadas em Belém e na Região Metropolitana de Belém.

Os presos foram conduzidos para a Delegacia-Geral para passarem por perícia e, em seguida, serem encaminhados ao Sistema Penitenciário. O delegado-geral adjunto da Polícia Civil, Rogério Morais, explica que o objetivo da operação é dar cumprimento a mandados de prisão que ainda estão pendentes. Para deflagrar a operação, foram levantados os mandados de prisão ainda pendentes de cumprimento, entre mandados de prisão preventiva, prisão temporária, recaptura e mandados por condenação judicial, trabalho que contou com apoio da Polinter (Unidade de Polícia Interestadual de Buscas e Capturas) da Polícia Civil.