Polícia Civil e Ministério Público deflagram operação para apurar fraudes em licitações nas prefeituras de Bragança e Tracuateua

 

Policial civil cumpre mandado de busca e apreensãoO Ministério Público do Estado, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) e da 3ª Promotoria de Justiça de Bragança, em parceria com a Polícia Civil, através da Delegacia de Combate a Defraudações Públicas (DRDP), do Grupo de Pronto Emprego (GPE) e Diretoria de Polícia do Interior (DPI), deflagrou nesta terça-feira (14) a operação “Caeté”, que cumpriu 15 mandados de buscas e apreensões em prédios públicos, residências e empresas, nos municípios de Bragança, Tracuateua, Augusto Corrêa e Igarapé-Açu e na capital Belém.

As ações foram executadas em cumprimento às diligências requeridas em procedimentos investigatórios criminais, sob presidência do promotor de Justiça Bruno Beckembauer, de Bragança, para investigar fraudes em licitações nas Prefeituras de Bragança e Tracuateua.

Participaram das buscas e apreensões os promotores de Justiça Milton Menezes e Augusto Sarmento, ambos do Gaeco; Bruno Beckenbauer e Marcela Melo, de Bragança, e Juliana Pinho (apoio ao Gaeco), e policiais civis da Delegacia de Combate a Defraudações Públicas, coordenados pelo delegado Carlos Vieira; policiais civis da Diretoria de Polícia do Interior (DPI) e do Grupo de Pronto Emprego (GPE).

Os alvos de busca e apreensão foram os seguintes:

No município de Bragança, as residências de Carlos Augusto Dias Lobo, Rowilson Guimarães Pessoa, João Augusto Santa Brígida Soares, Paulo Vítor Marinho de Aguiar e José Augusto Santa Brígida Soares e as sedes da construtora Joricá Ltda, da Prefeitura de Bragança, da Secretaria de Infraestrutura de Bragança e da Empresa Brashow Promoções e Eventos.

Em Tracuateua, os promotores e policiais civis foram até a sede da Prefeitura do município e às residências de Cilene do Socorro Andrade Lima e Waldeth Gomes da Costa.

Em Igarapé-Açu, os alvos da operação foram a residência de Ilgomar Moraes de Lima e a empresa Moraes de Lima Transportes e Serviços. Já em Belém, a operação esteve em uma residência na Travessa do Chaco, no bairro do Marco.