Policiais civis da Delegacia do Marco desmontam fábrica clandestina de bebidas e prendem foragido do Amazonas

BEBIDAS FALSIFICADAS FORAM APREENDIDAS

 

Policiais civis da Delegacia de Polícia do bairro do Marco, em Belém, efetuaram duas prisões importantes nos últimos dias. Uma delas ocorreu na quinta-feira (11), quando foi preso em flagrante Glauber Roberto Pereira do Rosário, 47 anos, que era responsável por um laboratório de fabricação de bebidas falsificadas. A prisão foi realizada durante operação deflagrada com objetivo de combater a falsificação de bebidas alcoólicas em Belém. A outra prisão foi de um foragido do Estado do Amazonas acusado de matar a companheira.

Após duas semanas de investigações, explica o diretor da Delegacia, delegado Arthur Nobre, a equipe de policiais civis conseguiu efetuar a prisão de Glauber Roberto. Ele falsificava todos os tipos de bebidas alcoólicas, como whisky e vodka. Na residência dele, foram localizadas vários tipos de bebida. Aos policiais, Glauber revelou que retirava o contra-gotas da bebida e colocava uma bebida de valor inferior. Depois realizava o lacre. "As bebidas eram vendidas por um valor bem abaixo do valor de mercado como se fossem originais", explica o delegado. 

Glauber foi autuado pelo crime do artigo 272 do Código Penal (corromper, adulterar ou falsificar substância alimentícia ou medicinal destinada a consumo, tornando-a nociva à saúde). O crime tem pena de quatro a oito anos de prisão. Ele ficará à disposição da Justiça para passar por audiência de custódia. A prisão foi realizada pela equipe formada pelos delegados Arthur Nobre e Vinicius Pinheiro, escrivão Silvio Fonseca, investigadores Marcelo Brito, Claudio Coutinho, Roberto Goncalves e Fernando Stelio.

OUTRA PRISÃO Ainda na quinta-feira, dia 11, a equipe da Delegacia do Marco prendeu, em cumprimento a mandado de prisão expedido pela Justiça do Amazonas, Rildo Nascimento dos Santos, pelo crime de homicídio. Preso na área do bairro do Marco, Rildo é acusado de matar a companheira enforcada, no ano passado, em Manaus, capital amazonense. Ele vai permanecer preso na capital paraense no aguardo de transferência para o Amazonas.